Ministério do Trabalho e Emprego anuncia reajuste de 3,9% no seguro-desemprego, elevando o piso para R$ 1.621; mudanças valem a partir desta semana
por Otávio Gaudêncio
Publicado em 13/01/2026, às 11h15 - Atualizado às 12h46
O Governo Federal reajustou os valores do seguro-desemprego após aumento do salário mínimo.
O reajuste foi de 3,9%, com base no INPC.
O piso do benefício passou a ser R$ 1.621; o teto foi para R$ 2.518,65. .
Para o valor do seguro-desemprego é considerado a média dos três últimos salários.
A partir desta semana, os valores do seguro-desemprego aumentaram a partir do índice de inflação. A mudança ocorre após o reajuste no salário mínimo.
Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego, o índice considerou o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), chegando a um acréscimo de 3,9%. Com a mudança, o piso é R$ 1.621 e o teto passou R$ 2.518,65.
As mudanças já estão em vigor e são válidas para os trabalhadores demitidos sem justa causa. Os novos valores contemplam as pessoas que já recebem o benefício.
O valor do auxílio depende da média das três últimas remunerações anteriores ao desligamento do funcionário.
Se:
A quantia é paga durante três a cinco parcelas, conforme o tempo que ficou no emprego anterior e ao número de solicitações.
O recurso pode ser requerido por meio do Portal Emprega Brasil, do Ministério do Trabalho e Emprego. Trabalhadores formais têm do 7º ao 120º dia após a demissão para solicitar; empregados domésticos têm do 7º ao 90º dia.
Requisitos para receber:
Além disso, é exigido tempo mínimo de trabalho, que varia conforme o número de pedidos:
1º pedido: pelo menos 12 meses trabalhados nos últimos 18 meses;
2º pedido: pelo menos nove meses trabalhados nos últimos 12 meses;
Demais pedidos: ao menos seis meses trabalhados imediatamente antes da demissão.