Prefeitura do Recife anuncia mais um conjunto habitacional para a Comunidade do Pilar

Com a nova unidade, Prefeitura do Recife chegará à marca de três conjuntos na Comunidade do Pilar, com 560 apartamentos

Otávio Gaudêncio

por Otávio Gaudêncio

Publicado em 15/08/2026, às 11h07

Primeiro conjunto habitacional da Comunidade do Pilar, entregue em 2025
Primeiro conjunto habitacional da Comunidade do Pilar, entregue em 2025 - Edson Holanda/Arquivo PCR

A Prefeitura do Recife anunciou, neste sábado (15), que vai construir um novo conjunto habitacional na Comunidade do Pilar, no Bairro do Recife, no Centro da capital. 

O habitacional será realizado em parceria com o Governo Federal, com R$ 22,5 milhões de orçamento, por meio do Programa Minha Casa Minha Vida-FAR. Com mais esse empreendimento, a ser erguido na Quadra 60, a gestão municipal vai atingir a marca de 560 apartamentos entregues à comunidade. 

Do total, 320 unidades habitacionais já foram inauguradas no ano passado, no conjunto Papa Francisco. Há também o habitacional da Quadra 55, que vai ser construído na Rua de São Jorge, com 112 apartamentos e investimento de R$ 20 milhões

De acordo com o secretário de Habitação do Recife, Felipe Cury, a prefeitura procura empresa responsável pela elaboração e aprovação do projeto, licenciamento do empreendimento e execução das obras. O prédio terá quatro pavimentos: o térreo e mais três andares

Informações da Prefeitura do Recife mostram que 320 unidades de moradia já foram entregues no local, além de uma creche-escola, uma escola de tempo integral, uma Upinha e uma praça. A escola e a creche passam por obras de ampliação. O planejamento da prefeitura é criar um Complexo Educacional, para que os jovens possam estudar por anos no mesmo local.

A Quadra 60 também vai receber intervenções no escoramento e no restauro das ruínas remanescentes. O espaço é objeto de pesquisa da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), que já encontrou e catalogou cerca de 40 mil fragmentos históricos, como porcelanas, vidros, projéteis e ossadas humanas do século XVII. 

O estudo acontece em parceria com a Autarquia de Urbanização Recife (URB) e a Fundação Apolônio Salles de Desenvolvimento Educacional