Presidente da Amupe se reúne com diretor-presidente da Compesa para alinhar ações e destinação de recursos da concessão nos municípios de PE.
por Redação Jamildo.com
Publicado em 10/06/2026, às 09h01 - Atualizado às 15h01
O presidente da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) e prefeito de Aliança, Pedro Freitas, reuniu-se na última terça-feira (9) com o diretor-presidente da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), Douglas Nóbrega.
O encontro, realizado na sede da estatal, teve como objetivo central debater pautas de interesse das gestões municipais e estreitar a relação institucional entre as duas entidades para a execução de serviços públicos.
Durante a reunião, os gestores trataram da construção de uma agenda conjunta focada no desenvolvimento regional e no aprimoramento dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário.
O principal ponto financeiro da pauta foi a destinação dos recursos provenientes da outorga da Compesa, um montante que garantiu cerca de R$ 1,3 bilhão aos cofres dos municípios pernambucanos após o processo de concessão parcial dos serviços de saneamento.
O repasse desses valores tem sido acompanhado de perto pelas administrações locais. Segundo o presidente da Amupe, Pedro Freitas, a manutenção de um canal de diálogo permanente com a estatal é indispensável para garantir que os investimentos cheguem de forma assertiva às pontas.
“A Amupe tem mantido uma relação de diálogo e parceria com a Compesa, sempre buscando soluções que atendam às necessidades dos municípios pernambucanos. Conversamos sobre pautas importantes para as gestões municipais e também sobre os recursos da outorga, que representam uma oportunidade para ampliar investimentos e fortalecer o desenvolvimento local”, afirmou Freitas.
A articulação entre a Amupe e a Compesa reflete o cenário de transição regulatória que o saneamento básico enfrenta no Nordeste. A destinação correta e o ritmo de liberação do R$ 1,3 bilhão da outorga são acompanhados de perto pelos órgãos de controle do Estado, como o Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE), uma vez que o fechamento fiscal do ano exige eficiência na execução orçamentária por parte dos prefeitos em término ou início de mandato.