Cynara Maíra | Publicado em 30/12/2025, às 12h31 - Atualizado às 13h07
Em entrevista à Rádio CBN Recife nesta terça-feira (30), a governadora Raquel Lyra (PSD) subiu o tom contra as gestões anteriores do PSB e utilizou o início das obras do Arco Metropolitano como exemplo de ineficiência dos governos passados pela demora do processo.
Ao comentar o investimento de R$ 630 milhões no primeiro trecho da rodovia, que ligará a BR-232 em Moreno ao Cabo de Santo Agostinho, a gestora lembrou que a obra está prometida há duas décadas como contrapartida para a instalação da fábrica da Fiat (atual Stellantis) em Goiana.
"Imagina que você foi prometido há 20 anos atrás para a Jeep se instalar em Goiana que ia ter a conexão de Goiana até o Porto de Suape. E nós estamos fazendo ela agora", declarou Raquel.
A governadora questionou a falta de grandes intervenções viárias na Região Metropolitana do Recife nos últimos anos e comparou o Arco com a Via Mangue, última grande obra entregue pelo PSB na capital.
Raquel falou que o Arco Metropolitano, com 25 km iniciais, terá papel estruturador para a logística do estado e que por conta dos impasses em outros trechos, nenhum gestor iniciava o processo de licitação.
Raquel Lyra prometeu entregar o primeiro trecho em até 24 meses, mas disse acreditar que o ritmo das obras permitirá a conclusão antes do prazo.
Para a segunda etapa, que ligará a BR-408 em Paudalho até a BR-232, a governadora anunciou no dia do início das obras que a licitação deve ocorrer entre janeiro e fevereiro de 2026. Segundo ela, esse trecho custará cerca de R$ 540 milhões e será financiado com recursos do Governo Federal, via convênio com o Ministério dos Transportes.
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