Pré-candidatos para Câmara dos Deputados em lados opostos, Jones Manoel e Eduardo Moura participarão de debate no podcast Fala Ordinário
por Cynara Maíra
Publicado em 14/07/2026, às 11h37 - Atualizado às 12h03
Além do início das convenções partidárias, a próxima semana também terá o aguardado debate entre os pré-candidatos à Câmara dos Deputados Eduardo Moura (Novo) e Jones Manoel (PSOL).
Na próxima quarta-feira, 22 de julho, os políticos irão debater Pernambuco no podcast do Fala Ordinário. O encontro começará às 18h. O objetivo de Jones seria debater pautas como a escala 6x1, privatização do Metrô do Recife, a concessão parcial da Compesa e outras pautas vinculadas com o estado.
Historiador, professor, escritor, comunicador popular mestre em Serviço Social pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Jones Manoel ficou conhecido pela atuação na militância de esquerda e na produção de conteúdo político e histórico, com projeção nacional após participar de debates políticos.
Candidato em 2022 pelo PCB ao Governo de Pernambuco, Jones ficou em 6º lugar, com 33 mil votos. Apesar de não ter fundo partidário na época, o político chegou a ficar na frente de João Arnaldo do PSOL, que ficou com 12 mil votos.
A partir da nacionalização de seu nome, Jones tem quase 2 milhões de seguidores no Instagram.
Jornalista pela Universidade Católica de Pernambuco (UNICAP), Eduardo Moura atuou por cerca de 24 anos como repórter em telejornais e programas locais. Filiado ao Novo, Moura foi eleito vereador do Recife em sua primeira eleição, em 2024, com mais de cinco mil votos.
Desde o início do mandato, ganhou destaque pelas fiscalizações de estruturas públicas da Prefeitura do Recife, prestações de contas ao eleitorado e uma narrativa de combate à corrupção. Ao divulgar suas atividades nas redes sociais, o vereador cresceu em seguidores e engajamento, saindo de 390 mil seguidores em setembro de 2025 (quando já tinha ganhado repercussão), para 621 mil em julho de 2026.
No início de 2026, foi responsável pelo pedido de impeachment do então prefeito do Recife João Campos, que foi rejeitado pela maioria da Câmara.