Gilson Machado Neto e Filho gravam guias eleitorais com Flávio Bolsonaro

Mesmo fora do Partido Liberal, Gilson Machado Neto e Filho apoiam quadros da legenda, como o candidato ao Senado Mendonça Filho

Otávio Gaudêncio

por Otávio Gaudêncio

Publicado em 26/08/2026, às 10h39

Gilson Machado Neto e Filho e Flávio Bolsonaro
Políticos gravaram guia eleitoral em Alagoas - Divulgação

Os candidatos à Câmara dos Deputados e à Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), Gilson Machado Neto (PODE) e Gilson Filho (PODE), respectivamente, gravaram guia eleitoral com o candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL) na terça-feira (25). 

As gravações aconteceram em Alagoas, onde o presidenciável esteve em carreata com seu candidato a vice, Alfredo Gaspar (PL)

Nos vídeos divulgados pelos políticos pernambucanos, o senador bolsonarista pede votos para os Machado. A próxima agenda do vereador do Recife e do ex-ministro do Turismo será em Pernambuco, no município de Garanhuns, para inauguração de comitê eleitoral nesta sexta-feira (28). 

Ambos os candidatos ao Legislativo pelo estado agradeceram o apoio de Flávio. "A confiança é recíproca e é reflexo do trabalho que já fizemos e vamos continuar fazendo pelo Brasil e pelo Nordeste", disse Gilson Machado Neto. 

"Pode ter certeza de que você terá um soldado em Pernambuco. Serei o deputado estadual da família Bolsonaro", declarou Gilson Filho. 

Apesar de não serem mais do Partido Liberal, após intrigas com Anderson Ferreira (PL), o grupo político dos Machado segue no apoio a nomes da legenda, como o candidato ao Senado Mendonça Filho (PL). O ex-governador também divulgou guia eleitoral com o presidenciável do PL ontem. 

Durante evento com Mendonça, Gilson Machado justificou o apoio, defendendo que o candidato tem como premissa a investigação e análise de decisões de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF)

Já na disputa ao Governo de Pernambuco, o grupo dos Machado apoia a reeleição da governadora Raquel Lyra (PSD). O endosso, de acordo com Gilson Machado Neto, é motivado pela falta de candidaturas declaradamente de direita ao Executivo estadual.