Plenário da Assembleia Legislativa aprovou, em duas discussões, projeto do Poder Executivo que libera empréstimo de R$ 2 bilhões para gestão Raquel Lyra
por Plantão Jamildo.com
Publicado em 04/11/2026, às 14h42 - Atualizado às 15h23
A Assembleia Legislativa de Pernambuco aprovou, na tarde desta quarta (04), o Projeto de Lei 4317/2026, que autoriza o Poder Executivo a contrair empréstimo de R$ 1,93 bilhão junto a instituições financeiras nacionais.
A matéria, de interesse da gestão da governadora Raquel Lyra (PSD), recebeu 31 votos favoráveis e nenhum contrário, obtendo a unanimidade dos presentes.
Antes de ser votada em plenário, a matéria foi aprovada pela Comissão de Finanças, Orçamento e Tributação (CFOT) durante a própria reunião plenária.
A Assembleia Legislativa de Pernambuco aprovou, na tarde desta quarta (04), o Projeto de Lei 4317/2026, que autoriza o Poder Executivo a contrair empréstimo de R$ 1,93 bilhão junto a instituições financeiras nacionais. A matéria, de interesse da gestão da governadora Raquel Lyra (PSD), recebeu 31 votos favoráveis e nenhum contrário, obtendo a unanimidade dos presentes.
O texto passou pela Comissão de Constituição, Legislação e Justiça (CCLJ), que o aprovou por unanimidade na manhã de hoje. Antes de ser votada em plenário, a matéria foi aprovada pela Comissão de Finanças, Orçamento e Tributação (CFOT) durante a própria reunião plenária.
Na CFOT, o deputado Antônio Coelho (União Brasil) relatou pela aprovação, e os demais membros do colegiado acompanharam o parecer por unanimidade. O texto também foi aprovado por unanimidade na Comissão de Administração, da qual Antônio Coelho é vice-presidente.
Na CCLJ, o relator da matéria, deputado Diogo Moraes (PSB), havia pedido vistas na semana passada. Ele explicou que o projeto original não detalhava em quais ações e programas os recursos seriam aplicados, dúvida que foi esclarecida em conversa com a Secretaria de Planejamento do Estado.
A proposição foi enviada em regime de urgência e estava na ordem do dia para votação em plenário na semana passada, mas só avançou após a análise da CCJ.
"Entramos em contato com a Secretaria de Planejamento do Estado e conversamos longamente, explicando o que seria esse valor para os projetos existentes do governo do Estado, tais como recursos hídricos, estradas, manutenção, reformas de hospitais, construção de escolas, enfim, os programas e ações que o governo do Estado tem em curso", explicou Diogo Moraes, ao relatar o projeto.
Segundo o PL, caso as operações não contem com a garantia da União, o Estado poderá oferecer como garantia parte da arrecadação do ICMS e dos repasses do Fundo de Participação dos Estados (FPE).
A proposição também prevê a reserva de recursos no orçamento estadual para o pagamento das parcelas e dos encargos financeiros da dívida.