Sileno Guedes assume como líder da Oposição na Alepe e Diogo Moraes assume comando do PSB

Cynara Maíra | Publicado em 14/04/2026, às 09h55 - Atualizado às 10h38

Diogo Moraes e Sileno Guedes assumem novos postos nas bancadas da Alepe - Alepe
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O deputado Sileno Guedes (PSB) assumiu a liderança da oposição na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) nesta terça-feira (14).

A mudança consta em  ofício publicado no Diário Oficial desta terça.  Com a movimentação, o deputado Diogo Moraes (PSB) passa a comandar a bancada do partido no Legislativo, que antes estava nas mãos de Sileno. 

Sileno Guedes substitui Cayo Albino (PSB) no posto. Cayo deixou a liderança e o mandato parlamentar com o retorno de Eriberto Filho (PSB) à Assembleia.

Eriberto se desincompatibilizou da Secretaria de Esportes do Recife, na então gestão de João Campos (PSB), para cumprir o prazo legal e disputar a reeleição em outubro. A saída do titular da pasta levou Cayo, que era suplente, de volta à suplência.

O novo líder da oposição terá a função de orientar um bloco composto por dez parlamentares, oito deputados do PSB, um do MDB e um do Republicanos. Sileno indicou os deputados Eriberto Filho e Romero Albuquerque (PSB) para as vice-lideranças da oposição. Romero é "novato" no PSB, tendo se filiado durante a janela partidária. 

Sileno Guedes, que também é presidente estadual do PSB. A liderança da oposição é o principal canal de diálogo com a Mesa Diretora e serve para unificar o discurso crítico à gestão da governadora Raquel Lyra (PSD).

Diogo Moraes assume comando da bancada socialista

Com a ida de Sileno Guedes para a liderança da oposição, a chefia da bancada do PSB ficou vaga e ficará com Diogo Moraes. O parlamentar já ocupou a liderança da oposição entre junho de 2024 e agosto de 2025, cargo que deixou justamente para a entrada de Cayo Albino. A deputada Simone Santana (PSB) foi escolhida para a vice-liderança do partido.

Diogo Moraes migrou momentaneamente para o PSDB, com o aval do PSB, durante as discussões sobre uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre as publicidades da gestão Raquel Lyra, mas após uma série de judicializações e mudanças no comando tucano, Diogo retornou para legenda socialista. 

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