Plantão Jamildo.com | Publicado em 30/08/2025, às 07h49
O Governo Federal encaminhou ao Congresso Nacional, na sexta-feira (29), a proposta de Lei Orçamentária Anual (PLOA) para 2026. O texto prevê salário mínimo de R$ 1.631 no próximo ano, o que representa aumento de 7,44% em relação ao valor atual de R$ 1.518.
Segundo dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o piso nacional é referência para 59,9 milhões de brasileiros. O valor previsto pode sofrer alterações ao longo do ano legislativo.
A definição do mínimo segue a política de valorização, que considera a inflação acumulada em 12 meses até novembro do ano anterior, somada à variação do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes. No cálculo para 2026, foi incluído o crescimento de 2024.
O número divulgado na sexta é R$ 1 maior do que a estimativa inicial, apresentada em abril, que projetava R$ 1.630.
Em 2024, o PIB cresceu 3,4%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Apesar disso, o ganho real a ser aplicado ao mínimo será de até 2,5%. Essa limitação resulta das medidas de contenção de gastos aprovadas no fim do ano passado pelo Congresso Nacional, dentro do novo arcabouço fiscal.
O salário mínimo impacta diretamente benefícios como aposentadorias do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e o Benefício de Prestação Continuada (BPC), além de outras despesas obrigatórias da União. Por esse motivo, o governo definiu que o reajuste real ficará restrito ao intervalo de 0,6% a 2,5% acima da inflação anual, conforme previsto no arcabouço.
Para 2026, o percentual aplicado será o teto de 2,5%, em função do desempenho da arrecadação federal acumulada até junho de 2025.
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