Senadora afirmou que chapa de João Campos foi definida sem mudanças e citou composição de Raquel Lyra durante ato no Recife
por Plantão Jamildo.com
Publicado em 17/08/2026, às 10h47
Teresa Leitão criticou a formação da chapa de Raquel Lyra durante ato de João Campos.
Senadora afirmou que a chapa da Frente Popular tem definição entre João, Carlos Costa, Marília Arraes e Humberto Costa.
Raquel oficializou Eduardo da Fonte e Túlio Gadêlha como candidatos ao Senado em 2 de agosto.
Miguel Coelho chegou a ser cotado para o Senado, mas desistiu da disputa em 1º de agosto.
A senadora Teresa Leitão (PT) criticou a condução da formação da chapa majoritária da governadora de Pernambuco e candidata à reeleição, Raquel Lyra (PSD). A declaração ocorreu durante um ato de campanha do candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB), realizado no domingo (16), em Brasília Teimosa, na Zona Sul do Recife.
Durante o discurso, Teresa afirmou que a candidatura de João Campos representa o mesmo palanque do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e destacou a definição dos nomes que integram a chapa da Frente Popular. A petista fez referência às mudanças e indefinições que marcaram a composição da chapa adversária.
"Quem tem dúvida de que este é o palanque de Lula? Nós não temos dúvida nenhuma, por isso que a nossa campanha é uma campanha sem 'mimimi', é uma campanha sem 'disse me disse'. Aqui não é uma campanha que tira um e bota outro, tira outro e bota um. Aqui não. Aqui tem contexto: é João, Carlos (Costa), Marília (Arraes) e Humberto (Costa)", afirmou.
A composição da chapa de Raquel Lyra para as duas vagas ao Senado foi oficializada em 2 de agosto, durante a convenção estadual do PSD. Na ocasião, foram confirmados o deputado federal Eduardo da Fonte (PP) e o deputado federal Túlio Gadêlha (PSD) como candidatos ao Senado.
Antes da definição, o nome do ex-prefeito de Petrolina Miguel Coelho (União Brasil), que atualmente disputa uma vaga na Câmara dos Deputados, chegou a ser considerado para uma das posições. A possibilidade de incluir dois candidatos da Federação União Progressista, formada por PP e União Brasil, provocou divergências entre integrantes da aliança.
Miguel Coelho desistiu de disputar o Senado em 1º de agosto, um dia antes da convenção que oficializou a chapa de Raquel Lyra. A partir da retirada do nome, Eduardo da Fonte passou a ocupar uma das vagas, ao lado de Túlio Gadêlha.
A composição da Frente Popular, por sua vez, reúne João Campos como candidato ao governo, Carlos Costa (Republicanos) na vice e Marília Arraes (PDT) e Humberto Costa (PT) na disputa pelo Senado. Teresa Leitão integra a articulação política da chapa e ocupa a liderança do Governo Lula no Senado.