Socorro Pimentel defende acelerar votações na Alepe antes de esvaziamento para as eleições

Líder do governo na Alepe defende acelerar votação de projetos no primeiro semestre diante do calendário eleitoral e mudanças na base aliada

Plantão Jamildo.com

por Plantão Jamildo.com

Publicado em 23/03/2026, às 15h45

Imagem Socorro Pimentel defende acelerar votações na Alepe antes de esvaziamento para as eleições

- Socorro Pimentel defende acelerar votações na Alepe

- Governo prioriza aprovação de projetos no primeiro semestre

- União Brasil passa a integrar base da governadora

- LOA de 2026 e remanejamento de recursos estão na pauta

Durante agenda no Hospital Otávio de Freitas, no Recife, nesta segunda-feira (23), a deputada estadual e líder do governo na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), Socorro Pimentel recém-filiada ao PSD para concorrer a uma cadeira na Câmara Federal, afirmou que o primeiro semestre será decisivo para a tramitação de projetos no Legislativo estadual.

Segundo a parlamentar, o calendário eleitoral tende a reduzir o ritmo das atividades na Casa ao longo do segundo semestre, o que exige maior celeridade na análise das propostas.

A partir do meio do ano, a gente vai estar muito mais forte com as nossas presenças nas bases. Então, o intuito é aprovar o maior número de projetos neste primeiro semestre, com a maior brevidade possível”, disse.

A declaração ocorre em um momento de rearranjo político na Alepe. Com a adesão do União Brasil à base da governadora Raquel Lyra (PSD), o governo passa a contar com um ambiente potencialmente mais favorável na Comissão de Finanças, Orçamento e Tributação, presidida pelo deputado Antônio Coelho (União Brasil), que vinha adotando posição de oposição.

Entre as prioridades do Executivo está a apreciação dos vetos à Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2026. Embora o orçamento esteja em vigor, os trechos vetados pela governadora ainda dependem de análise da Assembleia.

Outro ponto em discussão é a proposta de ampliação do limite para remanejamento de recursos do orçamento estadual, que pode chegar a 20%. A medida foi incluída em convocação recente feita pelo presidente da Comissão de Finanças e segue em debate entre governo e parlamentares.