Campanha da governadora afirmou que denúncia não apresenta provas e disse ter acionado advogados para responsabilizar quem divulgar informações falsas
por Plantão Jamildo.com
Publicado em 27/08/2026, às 13h53 - Atualizado às 13h53
Campanha de Raquel Lyra reagiu às acusações feitas pelo PSB.
Grupo afirmou que a governadora determinou a exoneração de servidor citado no caso.
Campanha disse ter acionado advogados para avaliar medidas judiciais.
Nota também criticou a oposição por priorizar acusações em vez de propostas.
A campanha da governadora Raquel Lyra (PSD), candidata à reeleição em Pernambuco, reagiu às acusações feitas pelo PSB sobre uma suposta estrutura de ataques nas redes sociais e afirmou que pretende recorrer à Justiça contra o que considera divulgação de informações falsas.
Em nota, a campanha afirmou que o PSB estaria substituindo a discussão de propostas por acusações e questionou a apresentação de denúncias sem provas durante o período eleitoral. Segundo o comunicado, a oposição estaria anunciando medidas judiciais relacionadas a uma denúncia cuja comprovação, na avaliação da campanha, não foi apresentada.
“A poucas semanas da eleição, o PSB continua usando suas velhas práticas, trocando o debate de propostas por uma coletiva de acusações. Anuncia ações que ainda não existem, baseadas numa denúncia sem provas. Quem tem trabalho a mostrar mostra trabalho; quem não tem convoca a imprensa para anunciar processos”, afirmou a campanha.
O comunicado também tratou da exoneração de um servidor citado em reportagem relacionada à suposta estrutura de ataques. A campanha disse que Raquel determinou o desligamento do funcionário e a apuração dos fatos assim que tomou conhecimento da conduta atribuída a ele.
“A campanha de Raquel Lyra é feita à luz do dia, com nome, rosto e assinatura. Foi a governadora quem, diante da conduta de um servidor, determinou sua exoneração imediata e a apuração dos fatos. É assim que age quem não tem nada a esconder: aponta o erro e apura, não terceiriza ataques nas sombras”, declarou.
A campanha informou ainda que seus advogados foram acionados para avaliar medidas contra pessoas que, segundo o grupo, tenham produzido ou disseminado informações falsas contra a governadora. O comunicado classificou a prática como difamação e afirmou que eventuais responsáveis serão levados à Justiça.
“A tentativa de transformar acusação em fato, sem prova e no calendário eleitoral, será enfrentada onde deve ser: na Justiça. A campanha já aciona seus advogados para responsabilizar quem constrói e propaga mentiras contra a governadora. Difamar é crime, e será tratado como tal”, afirmou.
Ao final, a campanha defendeu a estratégia eleitoral de Raquel e disse que a governadora continuará concentrada na apresentação de ações e na busca pela continuidade do mandato. “Enquanto o adversário fala de ódio, Raquel Lyra segue falando com coração e, acima de tudo, trabalhando para continuar mudando a vida das pessoas”, concluiu.
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