Cynara Maíra | Publicado em 31/07/2026, às 09h04 - Atualizado às 10h44
Os pré-candidatos ao Governo de Pernambuco Raquel Lyra (PSD) e João Campos (PSB) estiveram na quinta-feira (30) em Olinda, cidade da Região Metropolitana do Recife (RMR).
A governadora Raquel esteve no lançamento da pré-candidatura do ex-prefeito da cidade Professor Lupércio (PSD) para deputado estadual. Durante o evento, a gestora defendeu as ações que fez na cidade.
A prefeita de Olinda, Mirella Almeida (PSD), também discursou ao dizer que "tinha que chegar uma mulher que governasse um estado para arrumar a casa, que estava muito bagunçada", ao citar o Governo do Estado.
Raquel afirmou que sua gestão executa o maior volume de investimentos da história do município e defendeu a necessidade de manter a base unida para dar continuidade às obras.
"Estamos fazendo o maior investimento que Olinda já viu em sua história. Para que esse trabalho continue, precisamos contar com pessoas que representem verdadeiramente esta cidade", declarou a governadora. O ato político ocorreu no Colégio São Bento e reuniu o pré-candidato ao Senado Miguel Coelho (União Brasil) e o pré-candidato a deputado federal Daniel Coelho (PSD).
No mesmo dia ex-prefeito do Recife João Campos recebeu o título de cidadão de Olinda junto ao senador Humberto Costa (PT). Em seu discurso, o político criticou a situação da cidade e alfinetou a gestão Raquel Lyra.
O socialista declarou que o município enfrenta falta de zelo no patrimônio histórico, nos morros e nas áreas alagadas.
"De forma muito sincera, Olinda precisa voltar a ter cuidado de quem governa", disse. João contrapôs a postura que adotou na Prefeitura do Recife com a postura da atual administração estadual. "Eu nunca gastei tempo como gestor reclamando das coisas ou dizendo que não era minha responsabilidade", completou o pré-candidato, prometendo dobrar a atenção com a população local.
A solenidade na Câmara Municipal de Olinda também concedeu a Medalha do Mérito Aloísio Magalhães à pré-candidata ao Senado Marília Arraes (PDT), que não compareceu por cumprir agendas de articulação política em Brasília.